domingo, 24 de outubro de 2010

Integrantes do Tiro de Guerra 435 - do ano de 1945.

- TEMPOS SAUDOSOS -
Plínio Magalhães da Cunha

Integrantes do Tiro de Guerra 435, cujo instrutor era o primeiro sargento Francisco Nascimento Bahia – no ano de 1945.
Essa unidade servia Itapira, Mogi Mirim, Mogi Guaçú e Vergel.
Os itapirenses que faziam parte são: - em pé, da esquerda para a direita – Lázaro Alves da Almeida (Lero); José de Souza Ferreira Neto (Juca); 2 não identificados, e logo a seguir o Nelo Regatiere. Agachados, na mesma ordem: Constantino Costa (Tino) e Nicola Finelli.
Sentados na primeira fila: João Cintra Machado; João Secchi Franco; não identificado; Jorge Sarkis; João Passarella Neto e Décio Stolf.

1964 - Bloco Carnavalesco.

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Plínio Magalhães da Cunha

Este bloco de havaianos que desfilou no Carnaval itapirense em 1964 – há quarenta e dois anos atrás – traz como integrantes jovens foliões durante o reinado de Momo.
São eles: - em pé - Célio; Antônio Carlos Finelli; Nei Salzani; Bento Lupércio Pereira da Silva (Bentão).
Agachados: Manoel Carlos Boretti Ornellas (Mané); Fenízio Marchini e Fernando Rocha.
Realmente, era uma turma do barulho...

Laudo Natel em Itapira - 1974.

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Plínio Magalhães da Cunha -

          Visita do governador Laudo Natel a Itapira – em 1974 – quando foi recebido defronte ao prédio da Rádio Clube, que funcionava onde hoje está instalado o Banco do Brasil, na esquina das ruas Conselheiro Dantas e Francisco Cintra.
          Na foto, da esquerda para a direita: Luiz Norberto da Fonseca, diretor da Rádio Clube; vereador David Moro; Francisco Vieira Filho; não identificado; governador Laudo Natel; atrás, deputado André Nunes Júnior, Presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo; Prefeito Hélio Pegorari; não identificado; vereador Antônio Carlos Martins; Prefeito de Lindóia – Agostinho de Souza Godoy.

1964 - Jubileu de Prata do Ginásio do Estado - ex-alunos e professores.

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Plínio Magalhães da Cunha

Corria o ano de 1964. O nosso querido Ginásio do Estado completava 25 anos de fundação. Uma plêiade de ex-alunos e professores reuniram-se festivamente para comemorar o auspicioso evento. Como segue: da esquerda para a direita – Prof. Sostenes Vasconcellos; Herval Peres Braga; João Barizon; Luís Zorzetto; Abel Viera Job; Eliel Ramos de Oliveira; Sillas Bravo Nogueira; Maria de Lourdes Levatti Piva; Maria Eneida Avancini Nicolau; Marlene de Oliveira Franco; Linei Cestaro da Silva; Maria José Pegorari de Freitas; Terezinha Galdi Serra; Tito Bianchi; Aluízio Nicolau; Anísio Peres Braga; Antônio de Lima Horta; Gui Guimarães.
Agachados: Prof. Benjamim Quintino da Silva; Prof. Aníbal Anderaus; Maria Valeriana Salvador Leme; Maria Aparecida Pires da Andrade; Maria Terezinha Spécie; Diva Stevanatto; Eida Guerra Braga e Ivanira Fracarolli.

Itapira Antiga - 1920 - foto da torre da igreja matriz.

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Plínio Magalhães da Cunha

            Foto da Itapira antiga obtida da torre da matriz de N. S. da Penha, por volta de 1920. Nela, o leitor do TRIBUNA poderá apreciar o cruzamento das ruas XV de novembro com a Comendador João Cintra; parte da antiga residência do capitão Adolfo de Araújo Cintra; os casarões – hoje demolidos – da residência do ex-prefeito Anacleto Magalhães Pereira, como também o que deu lugar à residência do dr. Oswaldo Cerqueira Dias. Mais adiante, a torre da Igreja Presbiteriana; parte da casa paroquial, defronte ao Grupo Escolar “dr. Júlio de Mesquita”; o cerrado arvoredo do Parque Municipal e, mais para a direita da foto, o prédio da cadeia, que alojava no andar superior o Fórum, hoje Casa da Cultura “João Torrecilas Filho”.

Rua Rui Barbosa.

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Plínio Magalhães da Cunha

Foto da Rua Rui Barbosa obtida do Parque Municipal nos idos de 1920. Nota-se a farta arborização em toda sua extensão, e o leito carroçavel ainda de terra batida. Lá no alto aparece o prédio central da Santa Casa de Misericórdia.

Itapira Antiga - 1920 - obtida do pátio da Santa Casa.

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Plínio Magalhães da Cunha

Foto obtida do pátio da Santa Casa em 1920. À esquerda, a igreja matriz de Nossa Senhora da Penha, demolida em 1955, para dar lugar à atual. No meio da foto, está a torre da igreja presbiteriana, e, mais acima, vê-se a torre de distribuição de água para a cidade, implantada no Parque Municipal, além de parte do prédio do Grupo Escolar “Júlio de Mesquita”. Mais para a direita, a Rua Rui Barbosa inteiramente arborizada, com seu leito carroçavel em “terra batida”. Esta é a nossa Itapira no início do século passado.

Parque Municipal

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Plínio Magalhães da Cunha

Centro do Parque Municipal “João Pessoa”, hoje “Juca Mulato”, nos idos de 1920. Nota-se o Coreto, onde a Banda Lira executava os seus dobrados; o Ford “bigode”, tendo ao seu lado o proprietário Coronel Francisco Vieira; em pé, perto do Coreto, o médico itapirense dr. Joaquim Vieira Filho (Quinzote), irmão de Francisco Vieira. Ao fundo, aparece parte da caixa d’água, com o seu bem cuidado “jardim suspenso”, mantido pelos zelosos jardineiros – João e Afonso (hoje destruído).
A data da inauguração consta no frontispício do pequeno prédio: 07 de setembro de 1897, há 110 anos. Esta pequena construção histórica, por milagre ainda permanece em pé, como uma sentinela avançada do nosso querido e poético logradouro público, livre da ação nefasta de algum picareta de plantão.

Rua Campos Salles - 1920 - vista do Parque.

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Plínio Magalhães da Cunha

Ruas Campos Salles vista do Parque Municipal João Pessoa, hoje Juca Mulato, nos idos de 1920.
Nota-se os pilares do portão de entrada àquele logradouro público; parte do prédio do Grupo Escolar Júlio Mesquita; a Casa Paroquial e a torre da Igreja Presbiteriana.
Nessa época, o leito carroçável ainda era de “terra batida” e a rua inteiramente arborizada.

Avenida dos Birís e o Cruzeiro.

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Plínio Magalhães da Cunha

Eis uma foto – de um ângulo mais distante da que já foi publicada – da subida para o cruzeiro, cujo início era no final da avenida dos birís, no Parque Municipal.
A cerca que se vê ao lado esquerdo, separava o pasto dos animais de propriedade do município, ali recolhidos à tardinha, após o trabalho diurno. Esses animais puxavam as carroças para o recolhimento do lixo de toda a cidade, e ainda, o “carroção fechado” que transportava a carne do gado abatido no matadouro municipal, que se situava onde hoje está construído o prédio da rodoviária, ali às margens do Ribeirão da Penha.

Da Estação da Companhia mogiana de Estrada de Ferro, nos idos de 1920 - Vista parcial da cidade.

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Plínio Magalhães da Cunha

Vista parcial de Itapira obtida do pátio da Estação da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, nos idos de 1920.
As porteiras – no primeiro plano – eram usadas como saída das cargas provindas através dos vagões puxados pela “Maria Fumaça”, sempre com seus apitos característicos, tão conhecidos dos moradores  da antiga Penha do Rio do Peixe.
          Lá no alto da foto, a começar da esquerda para a direita do observador, vê-se a cobertura do prédio do Grupo Escolar Dr. Júlio Mesquita, a caixa d’água, o arvoredo do Parque Municipal “João Pessoa”, hoje “Juca Mulato” e o prédio da cadeia.

O Cruzeiro.

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Plínio Magalhães da Cunha

O Cruzeiro, implantado no alto do Parque Municipal em 1902, quando era  terceiro prefeito de Itapira, Jacintho Franklin Alvarenga da Cunha (1902 a 1905). Mais tarde foi transferido para outro local, mais à esquerda da foto, atendendo a uma legislação específica da lavra do vereador César Bianchi, a fim de ser doada parte daquela área do município para o Sanatório Américo Bairral.
Esse local foi considerado um dos pontos mais bonitos de nossa cidade, de onde descortinava um panorama privilegiado, que alcançava no horizonte um ângulo de visibilidade muito amplo.
Atualmente o local é “abafado” – não se vê nada agradável. É apenas vestígio do que foi o Cruzeiro no passado, o que é uma lástima!

Vista parcial da cidade.

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Plínio Magalhães da Cunha

Vista parcial de Itapira, nos idos de 1920, obtida da torre da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha. O leitor do Tribuna poderá notar perfeitamente as obras para a construção da casa do fazendeiro João Batista Pereira ( Joãozinho Bento ), hoje pertencente ao médico José A de Mello Sartori; a casa do fazendeiro Américo Augusto Pereira ( que ostentava os dois leões nos pilares do portão da entrada principal, com a escadaria em mármore branco de Carrara ); parte das casas do lado esquerdo da Rua da Regente Feijó e da Campos Salles. Ainda poderá notar do lado direito da foto, a Rua Francisco de Paula Moreira Barbosa até encontrar o alto do espigão, onde hoje funciona o posto de gasolina Charrôio. Outros pontos poderão ser identificados pelo leitor.


Jubileu de ouro do cônego Henrique

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Plínio Magalhães da Cunha

Comemoração do Jubileu de Ouro do saudoso cônego Henrique de Moraes Mattos, em 21 de setembro de 1979, cuja efeméride foi realizada em missa solene, celebrada na Matriz de Nossa Senhora da Penha.
Na foto, descerramento da placa comemorativa feita pelo médico dr. Achilles Galdi, vendo-se, ainda, sua esposa dona Dalila Simões Galdi; o homenageado; o presidente da comissão organizadora do evento – Sezefredo Fecci; dom Amaury Castanho e monsenhor José Nardim.

1974 - Visitante Ilustre na Usina.

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Plínio Magalhães da Cunha

Visita à Usina Nossa Senhora Aparecida e 1974, vendo-se da esquerda para a direita: o poeta Paulo Bomfin, príncipe dos poetas brasileiros e membro das Academias Paulista e Brasileira de Letras; o prefeito Hélio Pegorari; vereador Antônio Carlos Sette e Plínio Magalhães da Cunha, diretor e implantador do Museu Histórico e Pedagógico Comendador Virgolino de Oliveira de nossa cidade.

Pavilhão da Santa Casa.

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Plínio Magalhães da Cunha

Construção do Pavilhão de Assistência à Criança Pobres e Enferma na Santa Casa de Misericórdia de Itapira, uma das muitas doações do Comendador Virgolino de Oliveira à nossa terra. Esse Pavilhão foi festivamente inaugurado em setembro de 1957.
Na foto, logo no início das obras, vê-se da esquerda para para a direita: José Serra; (?); Francisco Rosário; Comendador Virgolino de Oliveira; José de Souza; David Moro; diretor clínico da Santa Casa, o médico Hélio Sebastião Amâncio de Camargo; Marcelo Avancini; Domingos Caio; Wilson Victor dos Santos; Luiz Hermínio Simões Galdi e Paulo de Almeida Serra. Mais atrás – Antônio Serra e Antônio de Almeida Serra.

Avenida do Cruzeiro.

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Plínio Magalhães da Cunha

             Na edição de hoje, estamos enfocando a belíssima Avenida do Cruzeiro (foto rara), no Parque Municipal, que se constituía no início do século passado, num dos pontos mais visitados daquele encantado logradouro público de nossa terra, que outrora foi considerado o cartão de visita de Itapira.
Às margens dessa avenida, além das árvores muito bem cuidadas (cedro), que exalavam um aroma característico e agradável nas tardes quentes de verão, era ainda cercada de ambos os lados – em toda sua extensão – de plantas ornamentais.
O leito da parte central dessa avenida era decorado de cascalhos brancos e negros, formando arabescos, propiciando ao visitante um visual muito bonito, indo terminar no topo do cruzeiro, o símbolo da fé, ali implantado em 1902.
Daquele ponto privilegiado observa-se os mais pitorescos aspectos. Ao longe, na linha do horizonte, a serraria mineira, os morros dos Forões, da Forquilha, o Pelado – este último dentro do município de Monte Sião. Aqui e ali só algumas casas nos bairros dos Prados e do Cubatão. Mais adiante, verdadeiro quadro de paisagem bucólica a poetizar tudo, não faltando até os meandros do Ribeirão da Penha, esse verdadeiro herói que desde a fundação da Penha do Rio do Peixe, abastece com suas águas a nossa Itapira.
Infelizmente, do Cruzeiro atual só há vestígios. Está completamente descaracterizado. É apenas uma sombra do que foi no passado!

Visita ao BRADESCO - 30 de março de 1982

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Plínio Magalhães da Cunha


          Visita de uma caravana de Itapira ao Centro Cultural da Fundação Bradesco, em São Paulo – Osasco, em 30 de março de 1982. Da esquerda para a direita: Wlade Siqueira, Dimas Salles Rocha, Numan Sabbag, Benedito Leite de Moraes, Paulo Nogueira, Antero Mixtro, Heraldo Peres, Hermes Osório, Secretária do Amador Aguiar, Ariovaldo Maniezo, Iverso Valverde, Geraldo Toledo de Oliveira (Ito Teté), Plínio Magalhães da Cunha, Cláudio Silvestrin, Albano Pegorari, Carlos de Freitas, José Marcatti, Dirlando (Gerente da Agência Bradesco de Itapira), José Carlos Serra, João Moisés e Funabashi Yoshio.
         Após visitarem todas as instalações do Centro Cultural, inclusive uma moderna e bem montada oficina gráfica, os visitantes foram recepcionados com um almoço oferecido pela diretoria do Bradesco, tendo à frente o seu presidente Amador Aguiar.

1964 - Jubileu de Prata do Ginásio do Estado - ex-alunos e professores.





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Plínio Magalhães da Cunha


            Quando acabamos de comemorar efusivamente a Olimpíada dos ex-alunos do IEEESO, voltamos no tempo, para o ano de 1964, quando comemorou-se os 25 anos de fundação do nosso querido Ginásio do Estado. Eis um grupo de ex-alunos e de professores (3) desde 1939, data de fundação do ginásio.
            Da esquerda para a direita: Rafael Trani, Gilza Ulhoa Cintra Pereira, Terezinha Vieira Campos, Renê Azevedo Marela, Paulo de Almeida Serra e, mais atrás, Pereira da Silva e Lígia Trani. A seguir, três saudosos mestres: Aníbal Anderaus (História Natural); Clemente II Pinho (Português) e Benevenuto Figueiredo Torres (Latim).

Ginásio de Esportes "Pref. Benedito Alves Lima" - ITAPIRÃO

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Plínio Magalhães da Cunha

Localização da área para construção do Ginásio de Esportes “Prefeito Benedito Alves Lima” – ITAPIRÃO – ao lado do Estádio Municipal “Cel. Chico Vieira”. Essa área foi doada em 1974 à secretaria de Estado da Cultura, Esportes e Turismo, a fim de ser construído, ás espensas  do Governo do Estado, o primeiro Ginásio de Esportes (coberto) de Itapira, na gestão do então prefeito Alcides de Oliveira e construído através do deputado Januário Mantelli Neto.
 Na foto, da esquerda para a direita: Carmona, Antônio Carlos Pereira de Moraes (Gordo Moraes), João Ângelo Bonfá (Janjo), Kali, Ana Maria de Oliveira, prefeito Alcides de Oliveira, Secretário de Estado da Cultura, Esportes e Turismo – Pedro de Magalhães Padilha, Rita Marella, Melitinha Cunha, vereador Benedito Ézio Levatti, deputado Mantelli Neto – Presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, vereador Francisco Vieira, Quico Rovaris, João Moisés Andare, Maria Carmelita La Farina da Cunha, Plínio Magalhães da Cunha, vereador Manoel (Neco) de Freitas Filho e Antônio Celidônio Ruete (Presidente da Câmara), o jornalista J. Enoque – do jornal “A Comarca de Mogi Mirim. Mais atrás: Luiz Emke e o vereador Antônio Carlos Martins.